E se trabalhássemos apenas 4 dias por semana?

É oficial: uma semana de trabalho de apenas quatro dias é bom para o negócio. A afirmação é da Fast Company, depois de analisar o caso de uma empresa neozelandesa que testou este modelo durante dois meses. O resultado? Colaboradores mais felizes, mais focados e com os mesmos níveis de produtividade.

Recebendo o mesmo ordenado, mas fazendo um horário laboral 20% mais curto, os funcionários viram o equilíbrio entre vida pessoal e profissional subir de 54 para 78%. Os níveis de stress, por outro lado, baixaram.

Destaque ainda para o crescimento da criatividade. Para assegurar que conseguiam manter a produtividade e fazer o mesmo trabalho em apenas quatro dias, os funcionários viram-se obrigados a criar soluções e a fazer alterações: as reuniões tornaram-se mais curtas, o tempo passado nas redes sociais caiu e foram colocadas bandeiras nas secretárias para assinalar os momentos em que não é boa ideia incomodar.

Em virtude do sucesso alcançado, a empresa – designada Perpetual Guardian – vai tornar a mudança permanente. Porém, está a encontrar algumas dificuldades, uma vez que legislação da Nova Zelândia prevê, por exemplo, que os dias de férias tenham uma ligação directa aos dias de trabalho. «Temos de tornar a legislação mais flexível porque não contempla diferentes métodos de trabalho», comenta Andrew Barnes, o CEO da empresa, em declarações reportadas pela mesma publicação.

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